Aqui vou tratar quase que exclusivamente de Música,Cinema e Literatura. Sugestões que serão pontuadas pela curiosidade, qualidade e algumas pela indisponibilidade na rede mundial.
Curta metragem que ganhou o Oscar nessa categoria. No bar de trabalhadores, um dos frequentadores começa a perturbar o ambiente, e o atendente, incomodado, oferece uma bebida gratuita a ele, desde que consiga superar o frequentador mais antigo, que é o melhor cantor presente no local.
Logo, a competição se estende a todos que quiserem participar.
No Brasil, a obra recebeu o nome de "Armas na Mesa" e trata da história de Elizabeth Sloane (Jessica Chastain), uma mulher independente que atua como lobbista, isto é, pessoa que busca intermediar grandes empresas e os governos para fecharem negócios. A Miss Sloane é habilidosa em seu trabalho, mas o espectador percebe nas primeiras cenas que sua situação não é favorável, pois ela se encontra em um tribunal defendendo-se de uma grande instituição (Dupont), que ela desafiou ao recusar o negócio que esta desejava. Os princípios que a norteiam impedem de aceitar transações que impliquem venda de armas e abandonou o emprego e mudou-se para outra, cujo objetivo é bem o oposto da primeira.
Sloane consegue levar toda a sua equipe junta, menos a sua assessora Jane Malloy (Alisson Pill), que não quis arriscar o certo pelo duvidoso.
A partir desse momento, a vida de Sloane se torna agitada, e ela se vê envolvida em várias situações, incluindo a revelação dos traumas de sua amiga Esme, sua aliada interpretada por Gugu Mbatha-Raw, o que decepciona Esme devido ao segredo revelado ao vivo em uma rede de tevê. Além disso, quando Esme sobreviveu a um ataque de um psicopata, isso ocorreu devido ao uso de uma arma, o que, em tese, enfraqueceria os argumentos de Sloane sobre a busca pelo desarmamento da população.
Entre voltas e reviravoltas, ela tem que enfrentar os poderosos CEOS da Dupont (Sam Waterson) e o senador Sperling (John Lithgow) na cena inicial da história até seu desfecho absolutamente surpreendente.
O gaúcho Darcy Azambuja (1903-1970) foi membro da Ordem dos Advogados do Brasil, Instituto Histórico e Geográfico e Academia Brasileira de Letras. Uma sumidade.
Quem fizer buscas sobre as suas obras logo vai encontrar as que tratam do Estado, em especial a Teoria Geral, mas, para mim, o lado do escritor de temas regionais é o que mais me desperta. Ele é parceiro de Simões Lopes Neto, Augusto Meyer, Ramiro Barcelos e outros.
Seus clássicos, como "No Galpão" e "Coxilhas", trazem contos de alta qualidade e uma riqueza de termos que necessitam de glossário, o qual está no final de cada um desses livros.
São 14 contos, onde os que mais gostei foram: Arma de Estimação, Sinal de Chuva, Boi Carreteiro, Negrinho do Pastoreio e Fidêncio Quixote.
Este, Coxilhas, é da antiga Livraria do Globo, possui 200 páginas, lançado em 1956, portanto, há setenta anos.
Rakel Benér nasceu Rakel Louise Benér Gajdusek em Skåne Lan, Suécia, no dia 30 de setembro de 1985. Alguns de seus filmes são: Momentos Eternos de Maria Larssons (Maria Larssons eviga ögonblick-2008), De Dentro da Escuridão (Ur mörkret-2024) e A Conexão Sueca (Den svenska länken-2026).
Lendo a biografia de Roberto Carlos, é fascinante tomar conhecimento ou relembrar (meu caso) alguns grupos que fizeram história no então incipiente rock brasileiro. Um deles é o Jet Black's.
Ontem, 07, faleceu aos 73 anos Luiz Sérgio Carlini, um dos maiores guitarristas do Brasil, quiçá do mundo. Cedo, ele e sua banda participaram dos fantásticos álbuns de Rita Lee, "Fruto Proibido" e "Entradas e Bandeiras", ambos da metade da década de 70.
Como já postei aqueles que a banda acompanhou a ex-Mutante, deixo este sem a sua "madrinha", de 1980, desprezado à época, porém, com a passagem do tempo, recebeu o reconhecimento.
A segunda dica de filme recente é este espanhol, baseado numa peça teatral com apenas quatro personagens, três irmãos, Victor (Javier Gutiérrez), Natália (Carmen Machi) e Julián (Javier Cámara), e a companheira deste, Carol (Alejandra Giménez).
Parte da história é narrada por Carol, uma enfermeira, sempre olhando para a câmera (para o espectador); a outra parte narra as desavenças e diferenças entre os irmãos no que diz respeito ao modo de vida de cada um, mas com o ponto comum de descuidarem do pai, que dá sinais de senilidade, o que obrigará um cuidado mais efetivo do trio. Mas quem? O ator com dificuldades financeiras (Julián), o bon vivant, casado com uma mulher rica, que lançou seu primeiro romance (Victor) ou uma professora?
Victor e Natália dão sustentação econômica ao pai e, lógico, raciocinam que Julián não dá a devida contribuição afetiva, já que esta é a forma de compensação pela ausência dele na partilha de custos com o pai.
Assim, em duplas ou os três juntos, as distensões familiares guardadas ao longo dos anos vão aflorando de forma mais intensa, tendo Carol como um elemento que faz o contraponto, permitindo reflexões para quem assiste.
O final é surpreendente e impactante, porque é impossível não associar a narrativa com acontecimentos da vida real.