Aqui vou tratar quase que exclusivamente de Música,Cinema e Literatura. Sugestões que serão pontuadas pela curiosidade, qualidade e algumas pela indisponibilidade na rede mundial.
Joyce, depois Joyce Moreno, completou 78 anos no final de janeiro Tem uma carreira que contempla quase 50 discos e é autora de clássicos da MPB.
Percebi que não havia postado nada sobre a sua exitosa trajetória, então posto este, que é o meu preferido, em que se destacam Feminina, Clareana, Mistérios e Da Cor Brasileira.
Há cerca de um mês, eu terminei a leitura da biografia do Rei, autoria de Jotabê Medeiros, que já fizera uma de Belchior e outra de Raul Seixas. Passa credibilidade no texto. Mais adiante, posto sobre o livro; por enquanto, disponibilizo o álbum que, para mim, marca a passagem dos trabalhos da Jovem Guarda para a fase romântica de Roberto Carlos.
Segue o disco, que é de 1969 e tem um clássico de Tim Maia, "Não vou ficar".
Mais um filme francês que tem em seus ingredientes a sensibilidade de seus personagens "de carne e osso". A começar pela protagonista, Nathalie (Audrey Tautou), que ascende profissionalmente em sua empresa, tem uma vida afetiva maravilhosa e, de repente, está diante de uma rasteira do destino: seu companheiro, François (Pio Marmaï), é atropelado por um veículo e morre.
Nathalie se fecha em seu mundo profissional, ainda que tenha pretendentes. Um deles, o chefe, Charles (Bruno Todeschini), é refutado por ela de imediato. Não quer dar abertura para um novo relacionamento amoroso.
Mas, um dia, Markus (François Damiens), um colega sueco, feio e desengonçado, adentra na sala dela e recebe inesperadamente um beijo na boca e sai encantado do recinto, sem sequer tratar do assunto que o fez ir ao encontro de Nathalie.
Ela, inicialmente, afirma que a atitude foi um rompante. Que ele deve desconsiderar dali para frente qualquer consequência do gesto.
Porém, os dois iniciam uma trajetória emocional que surpreende não apenas a eles, mas aos colegas que estranham e até reprovam o namoro por parecer tão improvável entre uma moça bonita e um homem fora dos padrões convencionais de beleza.
No elenco estão as belíssimas Mélanie Bernier como Chloé e Audrey Fleurot como Ingrid.
A história começa quando Elise (Marion Barbeau), uma bailarina no ápice de sua carreira e com uma idade crítica para a profissão, 26 anos, que é a protagonista do espetáculo, antes de entrar em cena, descobre o namorado e uma colega entre beijos, carinhos e abraços. Isto a desestabiliza e, durante a apresentação, sofre uma queda, que se revelará mais grave do que se imaginava.
Ela ficará impedida de atuar de imediato e tem uma pequena perspectiva de voltar a dançar, o que significa uma ruptura com o estágio que atingiu.
Neste período de recuperação, ela vai buscar apoio em amigos como o fisioterapeuta Yann (François Civil), o gourmet Loic (Pio Marmaï), sua namorada, Sabrina (Souheila Yacoub). Estes últimos a contratarão para servir refeição na pousada de Josiane (Muriel Robin), onde vários grupos culturais ensaiam em tempos diferentes, músicos clássicos, poetas e até dança de rua, como hip-hop.
É neste último universo que Elise vai buscar a superação para o revés sofrido e, quem sabe, encontrar um novo amor.
Produzido em 2022, em pleno período de pandemia da Covid-19, possui 117 minutos. No Brasil recebeu o nome de O Próximo Passo.
A atriz é bailarina de formação, inclusive integrando o elenco do Teatro de Paris.
Há tempos que eu buscava uma leitura sobre a questão da Irlanda do Norte, o movimento separatista, como é o cotidiano do povo que luta há várias gerações em busca de uma definição para este conflito, e encontrei a do escritor nascido em Derry, cuja principal obra é esta que posto.
A trama ocorre entre as décadas de 40 e 50 do século passado e é contada por um personagem desde a sua infância até a fase adulta, percorrendo cerca de 3 décadas.
No texto aparecem dramas familiares, às vezes, bem pessoais, outros que apresentam a questão separatista, em que se sobressai a história de um tio seu (do narrador), que morreu executado por uma suposta traição, que envolveu a delação de irlandeses para os ingleses. É uma versão que atravessa anos até a sua revelação definitiva, mostrando o quanto o fanatismo, a conveniência e a intolerância podem moldar uma sociedade, mesmo ao custo de culpas e arrependimentos.
A presença de narrativas sobre as lendas celtas da região de Donegal e Forte do Sol é outro elemento que prende a atenção do leitor.
Lendo no Escuro é o livro de estreia de Seamus, produzido em 1996. O meu exemplar é da Editora Record e possui 236 páginas.
Marcela Kloosterboer nasceu em 05 de julho de 1983 em Vicente López, Argentina. Alguns de seus filmes são: Roma, um nome de Mulher (Roma-2004), Un Lugar Lejano (Un Lugar Lejano-2009) e Cerro Bayo (Cerro Bayo-2010).
Clássico do rock progressivo que completa meio século este ano. Um dos meus preferidos desta banda, cuja formação na época era: Sérgio Hinds, Flávio Venturini, Sérgio Magrão e Luiz Moreno.