Aqui vou tratar quase que exclusivamente de Música,Cinema e Literatura. Sugestões que serão pontuadas pela curiosidade, qualidade e algumas pela indisponibilidade na rede mundial.
Neste novembro, mais exatamente no dia 24, o mundo deixou de ter fisicamente Jimmy Cliff, jamaicano de 81 anos, que, juntamente com Bob Marley e Peter Tosh, ajudou a popularizar o reggae pelo mundo.
Tenho vários álbuns dele, escolhi este porque, embora os especialistas não o coloquem entre os mais importantes, é o que mais gosto.
Clássico entre os filmes musicais, não pela qualidade técnica (são imagens "toscas"), nem pela história ou interpretação dos atores, mas por mostrar a obra de Jimmy Cliff e ser um produto jamaicano com a sua pobreza social e ao mesmo tempo, a sua riqueza natural, sua geografia exuberante.
O enredo apresenta um jovem sonhador, Ivanhoé (Jimmy Cliff) que sai do interior, chega a Kingston, capital da Jamaica, buscando vencer como cantor, porém, de cara, é assaltado.
Sem encontrar saída, se envolve com furtos, tráfico de drogas e, por fim, acaba cometendo assassinatos, inclusive policiais. Fica num beco sem volta.
O diretor jamaicano, Perry Denzell, acabou identificando a sua filmografia com o reggae, aliás, essa dobradinha Reggae/Jamaica dá frutos até hoje.
A trilha sonora fez um tremendo sucesso e revelou Cliff ao mundo.
Produzido em 1972, tem 120 minutos.
Segue o trailer:
sábado, 10 de dezembro de 2011
Jimmy Cliff In Brazil - 1968
A história deste disco é interessante. Se forem procurar no site oficial do artista ou nas discografias dele, esse não aparecerá. Não sei o que houve. O que sei foi como eu consegui meu exemplar. Corria a metade dos anos 70 e eu + meus colegas de aula, futebol e farra, fomos a loja "mais quente" de discos de Santa Maria chamada "Central de Máquinas" e todos compramos o álbum do Who, Odds and Sods (já postado aqui). Satisfeita pela venda de no mínimo 4 numa "pegada" só, a vendedora me presenteou com este LP "encalhado". Aceitei sem muito entusiasmo. Hoje, pela raridade, é o mais "cult" da minha coleção. Feito em 1968, mono, intercala sucessos brasileiros, Vesti Azul, Andança com A White Shade of Pale do Procol Harum. A produção do disco é de Nonato Buzar. Saiu pela CBD, divisão da Philips. Há uns 4 ou 5 anos enviei o arquivo deste álbum já convertido para um blog que eu curto chamado Um que tenha. Agora, após uma melhorada no som, coloco à disposição um link para download.