Aqui vou tratar quase que exclusivamente de Música,Cinema e Literatura. Sugestões que serão pontuadas pela curiosidade, qualidade e algumas pela indisponibilidade na rede mundial.
Banda formada na Inglaterra em 1966 que é autora de grandes discos; este, Mudanzas é de 1973, o quarto trabalho lançado que marcou o amadurecimento do grupo.
Deixei rodar umas 3 vezes na íntegra este disco de 1982 da mitológica banda de Londres criada nos anos 70, confirmando que sua produção musical segue atual.
Muito boa comédia francesa, que lembra Peggy Sue de Francis Coppola, isto é, Camille (a própria diretora, Noémie Lvovsky) em 2010 está casada e tem uma filha adolescente. É atriz, mas está encontrando dificuldades na profissão e na vida pessoal, pois Eric (Sami Guesmi) com quem está casada há 25 anos, lhe apresenta uma namorada bem mais jovem e, obviamente, quer a separação, o que retira de Camille, o seu chão.
Arrependida pela "perda de tempo" nesta relação, ela deseja retornar ao passado e tentar refazer os seus passos.
Na virada de ano, ela se encontra com três amigas do seu período de adolescência. Elas bebem muito na confraternização e Camille passa mal; acorda em um leito de hospital em 1985, quando estava com 16 anos.
Ela terá a chance de realizar a reforma do seu destino.
The Beautiful Country - Direção de Hans Petter Moland
Excelente filme produzido pela Noruega e também, Estados Unidos, que trata da vida de Binh, um jovem vietnamita, que é filho de pai norte-americano.
No final da década de 80, mais exatamente, 1990, ele vive segregado, criado adotivo por uma família que mora no interior do país.
Com o casamento de um membro desta família, Bihn (Damien Ngueyn) se vê obrigado a sair; desta forma, resolve procurar sua mãe que vive na capital com o objetivo de buscar o seu pai que mora no Texas, EUA.
Em Saigon, ele reencontra a mãe, Mai, vivida por Thi Kim Xuan Chau; recolhe detalhes sobre seu pai, à princípio, permanece com Mai, mas uma fatalidade, o obriga a fugir da capital.
Atravessa a fronteira, chega à Malásia num barco abarrotado de emigrantes, juntamente com seu meio-irmão, que deve ter, no máximo, 5 anos.
Essa peripécia lhe exige muita coragem e perseverança. Chega a um navio que irá levá-los até Nova Iorque. Nele, Binh encontra Ling (Bai Ling), uma garota de programa, que sonha com uma nova vida na América e lhe dará apoio.
Eles enfrentam o comandante da embarcação, Capitão Oh (Tim Roth), resistem aos maus tratos, finalmente chegam aos Estados Unidos, mas para Binh, a Big Apple é apenas o meio do caminho.
Viaja para encontrar respostas para a sua vida, vai atrás de Steve (Nick Nolte), seu pai.
Um belo filme que recebeu o nome no Brasil de Uma Vida Nova.
Grande obra de estreia solo de Emediato, que eu já havia postado outro livro em que ele participa com mais cinco, alguns; Caio Fernando Abreu e Domingos Pellegrini Jr.
Este Não passarás ... foi publicado em 1977 e sua temática é marcada pelo período triste que vivíamos.
Dividido em Livro I e II; o primeiro está subdividido em 10 partes. O seguindo trata do conto que empresta o nome ao título e é seguramente o melhor.
Denso, emocionante e triste, retrata a tortura e a decadência humana, que foram expostas nos porões da ditadura brasileira.
Impossível não se comover com ele, especialmente, porque li, enquanto me recuperava numa cama de hospital.
O livro é da Editora Alfa-Omega e tem 123 páginas.
Ronit Elkabetz nasceu em Beersheba, Israel, dia 27 de Novembro de 1964 e faleceu em Tel-Aviv, Israel, em 19 de Abril de 2016. Alguns de seus filmes são: Sh'chur (Sh'chur-2004), Or-My Treasure (Or-My Treasure-2004) e A Banda (The Band's Visit-2007).
Banda inglesa formada no final dos anos 70 em Manchester. Seu nome é uma homenagem ao anarquista Durrutti (assim, com dois rr), que deu origem a Coluna que leva o seu nome na resistência ao regime franquista na Espanha.