A Conexão Sueca - Direção de Thérese Ahlbeck e Marcus Olsson
Em 1942, Estocolmo, um servidor público sueco, Engzell (Henrik Dorsin), e sua equipe, em especial, a Srta. Vogl (Sissella Benn), a mais jovem integrante, vê-se diante de um dilema, qual seja, trazer de volta para a Suécia judeus suecos, eles que estão correndo riscos de ir para os campos de extermínio e estão esparramados por diversos países europeus.
Ele, Engzell, é considerado um subalterno de pouco brilho, assim como o seu setor, que está instalado num pequeno porão, sem a importância na hierarquia burocrática do seu ministério. Em tese, nada de relevante poderia sair dali.
Além disso, a Suécia manteve durante a guerra uma "política de neutralidade", os principais dirigentes optavam sempre por ignorar as atrocidades que o Nazismo cometia. São apenas rumores, asseveravam.
Com o sangue novo no staff (Rut Vogl), a situação muda, pois o pacato e discreto Engzell, que seguirá "discreto", enceta uma série de ações para repatriar os judeus suecos, o que lhe dará muito trabalho no enfrentamento natural dos alemães e de suas chefias, sempre tementes a uma represália dos nazistas, a maior, a possível invasão ao seu país.
Buscando brechas burocráticas, a equipe de Engzell salvou mais de 100 mil judeus na Europa.
Apesar do tema, o filme dá espaço para a comicidade e torna leve o desenrolar da trama.
Produzido em 20226, possui 102 minutos.
Segue o trailer oficial:

Nenhum comentário:
Postar um comentário